terça-feira, 18 de agosto de 2009

Gripe no Plenário II

Em “A gripe no plenário” (7 de agosto), neste blog, dissemos:

A Organização Mundial de Saúde deu o primeiro passo para aplacar o medo ao emitir em um dispositivo de seu protocolo, a inoquoidade das estatísticas de mortes por influenza. A Vigilância em Saúde seguiu a trilha e o Ministério passou a explicar mais, orientar mais. E conduzir as ações, com a imprescindível articulação com as prefeituras e seus gestores de saúde.”

O professor Gilson Carvalho, consultor do Conasems, advertiu que estávamos errados. Inóquo era, isto sim, a simples, diária e desenfreada divulgação de estatísticas sobre o número de casos notificados de gripe, sem a separação do que representava "casos" e "óbitos"(uma pessoa gripada poderia ter morrido por inúmeras razões, não necessariamente pelo vírus influenza A).

Número de notificações sobre contágio tem sentido restrito ante uma pandemia em que o virus circula livre. A recomendação da OMS, inserida em seu protocolo estava correta. E a advertência de Carvalho também.

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