O CONASEMS foi convidado a participar da Oficina de formação de Tutores da Rede Amamenta Brasil que ocorreu entre os dias 14 e 18 de setembro em Belém/PA. Criada em 2008 trata-se de uma estratégia de promoção, proteção e apoio à prática do aleitamento materno na Atenção Básica, por meio de revisão e supervisão do processo de tarabalho interdisciplinar nas unidades básicas de saúde, apoiada nos princípios da educação permanente em saúde, ou seja, considera as subjetividades dos envolvidos, suas visões de mundo, parte de uma metodologia problematizadora e convida a uma reflexão crítica das realidades.
Estes novos Tutores formados em Belém terão o desafio de auxiliar a formação de outros novos tutores nas Unidades de Saúde da capital e do interior, multipclicando o processo em todo o estado e atuando como apoiadores destes serviços . Essas unidades terão que repensar seus trabalhos frente ao aleitamento materno, pactuando metas, consteruindo planos de ação e acompanhando seu desenvolvimento. Estas unidades recebem uma certificação que reconhece seu trabalho e atende a alguns critérios e a torna parte da rede. Esta malha de finos fios que interconecta as unidades, permite a circulação e troca de informações e experiências, a colaboração na construção de projetos, o aprendizado coletivo e sobretudo a ampliação da capacidade de decisão dos atores envolvidos na busca por melhores indices de Aleitamento Materno.
Saiba mais entrando no sítio do MS, na área técnica de saúde da Criança,.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
RACISMO FAZ MAL À SAÚDE
27 de Outubro – Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra
A pactuação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra na CIT, sua aprovação no CNS e a criação da Comissão Intersetorial de Saúde da População Negra, são avanços importantes na longa caminhada que busca garantir direito ao atendimento universal, integral, humanitário e, principalmente, livre de qualquer discriminação, conforme os princípios do SUS previstos em nossa Constituição Cidadã e na Carta dos Direitos dos Usuários.
Percorrer mais alguns passos nessa jornada, tendo o apoio da sociedade e de parceiros protagonistas como os gestores municipais da saúde, permite que muitos obstáculos encontrados pelo caminho sejam contornados, encarados ou neutralizados com sucesso.
Criar um dia de luta ou de mobilização tem o objetivo de chamar a tenção de todos sobre o tema, de lançar este debate nos mais diferentes espaços da saúde e de convidar a todos a uma reflexão.
Sabemos que grande parte das doenças que afetam a população negra atinge também a população em geral. Porém a diferença está em seu perfil mais crítico de saúde, recorrente a diferentes contextos históricos - recorrência esta pautada na discriminação, no racismo e na negação de direitos - esta exclusão torna-se clara quando analisamos alguns indicadores que apontam menor expectativa de vida, maiores taxas de mortalidade, maior risco de adoecer e morrer por doenças evitáveis.
Este quadro precisa ser mudado. Para que isso aconteça precisamos iniciar o debate envolvendo instituições, setores e atores que, mobilizados, lancem o desafio da inclusão de sujeitos diversos, aproximando diferenças e garantindo direitos.
Participe você também e faça acontecer em seu município o Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra.
Percorrer mais alguns passos nessa jornada, tendo o apoio da sociedade e de parceiros protagonistas como os gestores municipais da saúde, permite que muitos obstáculos encontrados pelo caminho sejam contornados, encarados ou neutralizados com sucesso.
Criar um dia de luta ou de mobilização tem o objetivo de chamar a tenção de todos sobre o tema, de lançar este debate nos mais diferentes espaços da saúde e de convidar a todos a uma reflexão.
Sabemos que grande parte das doenças que afetam a população negra atinge também a população em geral. Porém a diferença está em seu perfil mais crítico de saúde, recorrente a diferentes contextos históricos - recorrência esta pautada na discriminação, no racismo e na negação de direitos - esta exclusão torna-se clara quando analisamos alguns indicadores que apontam menor expectativa de vida, maiores taxas de mortalidade, maior risco de adoecer e morrer por doenças evitáveis.
Este quadro precisa ser mudado. Para que isso aconteça precisamos iniciar o debate envolvendo instituições, setores e atores que, mobilizados, lancem o desafio da inclusão de sujeitos diversos, aproximando diferenças e garantindo direitos.
Participe você também e faça acontecer em seu município o Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Descobriu o que é IHAC? Não? Trata-se da Iniciativa Hospital Amigo da Criança
Os Critérios Globais da IHAC compreendem a adesão aos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno” e ao Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno (ou à legislação nacional, no caso do Brasil, a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, bicos, chupetas e mamadeiras) pelas maternidades certificadas. Os dez passos são recomendações que favorecem a amamentação a partir de práticas e orientações no período pré-natal, no atendimento à mãe e ao recém-nascido ao longo do trabalho de parto e parto, durante a internação após o parto e nascimento e no retorno ao domicílio, com apoio da comunidade.
Os Critérios Globais da IHAC compreendem a adesão aos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno” e ao Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno (ou à legislação nacional, no caso do Brasil, a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, bicos, chupetas e mamadeiras) pelas maternidades certificadas. Os dez passos são recomendações que favorecem a amamentação a partir de práticas e orientações no período pré-natal, no atendimento à mãe e ao recém-nascido ao longo do trabalho de parto e parto, durante a internação após o parto e nascimento e no retorno ao domicílio, com apoio da comunidade.
DEZ PASSOS PARA O SUCESSO DO ALEITAMENTO MATERNO
Toda e qualquer unidade que preste assistência obstétrica e neonatal deve:
1. Ter uma política de aleitamento materno escrita que seja rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados de saúde.
2. Capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta política.
3. Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno.
4. Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento.
5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas dos seus filhos.
6. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica.
7. Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e bebês permaneçam juntos - 24 horas por dia.
8. Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda.
9. Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.
10. Promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade.
Quer saber mais? Acesse o manual Módulo I- Histórico e Implementação. "Iniciativa Hospital Amigo da Criança:revista, atualizada e ampliada para o cuidado integrado" na página do Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/
Os Critérios Globais da IHAC compreendem a adesão aos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno” e ao Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno (ou à legislação nacional, no caso do Brasil, a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, bicos, chupetas e mamadeiras) pelas maternidades certificadas. Os dez passos são recomendações que favorecem a amamentação a partir de práticas e orientações no período pré-natal, no atendimento à mãe e ao recém-nascido ao longo do trabalho de parto e parto, durante a internação após o parto e nascimento e no retorno ao domicílio, com apoio da comunidade.
DEZ PASSOS PARA O SUCESSO DO ALEITAMENTO MATERNO
Toda e qualquer unidade que preste assistência obstétrica e neonatal deve:
1. Ter uma política de aleitamento materno escrita que seja rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados de saúde.
2. Capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta política.
3. Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno.
4. Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento.
5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas dos seus filhos.
6. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica.
7. Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e bebês permaneçam juntos - 24 horas por dia.
8. Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda.
9. Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.
10. Promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade.
Quer saber mais? Acesse o manual Módulo I- Histórico e Implementação. "Iniciativa Hospital Amigo da Criança:revista, atualizada e ampliada para o cuidado integrado" na página do Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/
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